Canvas: o restaurante-arte do Hotel Hilton São Paulo

Quando recebemos convite da assessoria de imprensa para conhecer o Canvas, logo pensamos, com um certo preconceito: “é um restaurante de hotel”. Claro que não é uma regra, mas, pra nós, restaurantes de hotel costumam ter uma atmosfera fria, sem alma. Ao chegarmos no 1º andar do Hilton São Paulo Morumbi, percebemos que seria diferente.

Com projeto arquitetônico do argentino Daniel Piana, o ambiente do Canvas não tem nada de sisudo, pelo contrário, é muito agradável! Piso vazado na área superior e belos quadros distribuídos pelo salão (à venda, inclusive) dão um certo clima de galeria de arte. E é essa a temática transferida para um menu artístico inspirado no pintor francês Henri Matisse, servido no jantar de segunda a sexta. Por R$ 75, dá direito a entrada, prato principal e sobremesa, tudo preparado sob o comando do talentoso chef ítalo-holandês Jan Erik Fois, que atuou em conceituados restaurantes de Londres antes de iniciar, há 10 anos, sua carreira no Hilton, primeiro em unidades da Austrália.

Ainda olhávamos o cardápio promocional quando chegou à mesa o couvert (R$ 12). Trata-se de uma ótima seleção de pães artesanais, manteiga caseira e tartar de salmão, de filet mignon e de tomate.

Como gostamos de tudo do cardápio promocional, implantamos novamente a consagrada técnica de escolher uma opção para cada um de nós, já que o menu artístico oferece duas alternativas de escolha para cada etapa de refeição.

A entrada escolhida pela Débora foi o Carpaccio de Peixe Prego com frutas. É um prato bem leve e muito saboroso.

Eu fui na opção mais consistente: Terrine de Costela de Boi. Gosto de costela, mas não como tão frequentemente por considerar um prato muito gorduroso. Essa apresentação em forma de terrine, porém, é a medida perfeita para saborear aquela carne muito bem temperada desmanchando na boca.

Na sequência, a Débora foi servida de Namorado à Provençal. Novamente gostou bastante, e elogiou os legumes do acompanhamento, sobretudo o tomate confitado.

Para mim, mais um prato com carne: Ossobuco com Risoto. Quem acompanha o blog há mais tempo sabe que adoro comida italiana, por isso não desperdicei a oportunidade de provar esses dois clássicos em uma mesmo prato. Gostei demais da combinação!

Como cortesia do chef, experimentamos também outra de suas criações: o Ravioli de Rabada, que não faz parte do menu artístico mas integra o cardápio regular. Sem medo de errar, podemos dizer que foi uma das massas mais gostosas que provamos nos últimos anos.

E por falar em cardápio principal, o design dele foi feito por um colaborador do Canvas. E mais legal que isso é saber que ele também é um jogo super bacana!

De volta ao menu que homenageia Matisse, chegava a hora da sobremesa. Fiquei com a Delícia de Chocolate, uma espécie de torta mousse com ótima textura, servida com calda e um figo in natura.

Já a Débora escolheu Mini Bolo de Abacaxi com sorvete de coco e finalizou sua refeição com um gostinho de festa de aniversário.

Para quem não dispensa um bom vinho, o Canvas conta com uma boa carta de rótulos que permanecem acondicionados na lindíssima adega climatizada. Mas o que chamou nossa atenção foi a ampla variedade de drinks, com destaque para as combinações entre espumante e frutas e de vodca Ciroc (aquela feita à base de uvas) com uma série de ingredientes.

Provamos uma mistura de espumante com purê de maçã-verde (R$ 30), e também um drink mais forte, o Sand Dunes (R$ 42), que combina vodka Ciroc, geleia de pimenta e cherry brand.

Saímos com uma impressão bastante positiva também do atendimento prestado pela equipe do Canvas. Isso não apenas na nossas mesa – já que éramos convidados – mas pelo que percebemos em todo o salão, bastante movimentado naquela noite de segunda-feira. Boa parte do público do hotel é formada por estrangeiros que visitam São Paulo a negócios, e o atendimento em inglês, por parte dos garçons, funciona muito bem.

Na saída, inspirada pela noite dedicada às artes (plásticas e gastronômicas), a Débora ainda brincou um pouco com a tinta guache na tela de pintura, disponível para os clientes desenharem ou deixarem recados.

Sugestão do chef: O Canvas participa, no jantar, da edição 2012 da SP Restaurant Week, de 5/3 a 18/3. O cardápio (R$ 43,90) é diferente, com exceção das sobremesas.

Canvas Bar & Restaurante: Hotel Hilton São Paulo Morumbi – Avenida das Nações Unidas, 12.901 (Centro Empresarial Nações Unidas) – Brooklin Novo – São Paulo – SP – Tel.: (11) 2845-0055



Do Cristo Redentor à boemia de Santa Teresa

A segunda manhã no Rio de Janeiro começou na Estação do Cosme Velho, ponto de partida do Trem do Corcovado, cujo destino é o topo do morro onde fica o monumento do Cristo Redentor.

Chegamos à bilheteria por volta das 9:30hs, porém o próximo ingresso disponível era para embarque apenas às 11:30. Aproveitamos o intervalo e caminhamos alguns quarteirões para visitar os casarões em estilo neocolonial do pitoresco Largo do Boticário.

Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.

De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!

No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.

Nossa programação para o almoço era explorar o boêmio bairro de Santa Teresa e encontrar um lugar bacana por lá. Pena que pelo fato do passeio no Cristo ter atrasado muito, não sobrou tempo para andar com calma, pois participaríamos de um evento no final da tarde.

Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.

O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.

Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.

Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).

Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.

Trem do Corcovado: Rua Cosme Velho, 513 – Cosme Velho – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2558-1329. Horário de funcionamento: Segunda a Domingo, das 8:30h às 19:00h, saídas a cada meia hora. Ingressos: R$ 43 para adulto e R$ 21 para crianças entre 6 e 12 anos. É possível comprar o ingresso pela internet.

Restaurante Santa Arte: Rua Paschoal Carlos Magno, 103 – B – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2242-9366

Cafecito: Rua Paschoal Carlos Magno, 121 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2221-9439. Horario de funcionamento: Domingo a quinta: 10h às 20h. Sextas e Sábados: 10h às 23h. Fecha quarta-feira



Bistrô e doceria Condimento

O Tatuapé vê surgir endereços gastronômicos o tempo todo. Mas poucos valem tanto uma visita quanto o Condimento, um misto de bistrô, doceria e café, inaugurado há uns três meses no bairro. Você pode ir até lá almoçar, tomar um chá, ou então comer ótimos doces americanos. Nós fizemos as três coisas!

Para matar a fome, há todos os dias dois ou três pratos executivos. Fomos no sábado e eu escolhi Risoto Milanês com Filé e manteiga de ervas (R$ 28,60). Recomendo, pois o risoto é muito bem feito e a carne, além de servida no ponto certo, veio perfeitamente temperada.

A Débora escolheu Camarão Creole com Capellini na manteiga (R$ 29,80). Bem saboroso, sobretudo para quem gosta de um molho mais picante e com o sabor do pimentão vermelho realçado. Lembra um pouco uma sardela, só que mais leve e, claro, sem aliche. Vale provar.

Além de fartos, todos os pratos são precedidos por uma saladinha acompanhada de deliciosos pães caseiros e manteiga Aviação. Restaurantes com esse cuidado costumam ganhar bons pontos em nossas avaliações!

A lista de bebidas inclui os sucos da marca Joy (R$ 4,50), aqueles com um conceito interessante: menos açúcar, frutas naturais… Pedi um de maçã, mas achei só razoável. Melhor mesmo estava o suco de uva verde coreano que a Débora escolheu.

Na aguardada hora da sobremesa, pedimos logo Blueberry Crumble com sorvete de creme (R$ 9). Simplesmente deliciosa da massa – cheia de manteiga – ao recheio lotado de blueberries.

Nosso lado chocólatra foi bem atendido pelo Brownie de Alpino com ganache e sorvete (R$ 8,50), um bolinho mais macio do que os brownies que costumamos encontrar, e com muito recheio. Sensacional!

Antes de fechar a refeição, passamos uns bons minutos consultando a carta de chás orgânicos da Gourmet Tea. Até escolher duas opções da linha inspirada na Ayurveda, a medicina milenar indiana: o Detox e o Revitalising (R$ 5 cada). São deliciosos e nos fizeram muito bem, assim como todo aquele almoço.

Sugestão do chef: as mesas do térreo são as mais concorridas, mas vale esperar pois o ambiente é o mais agradável, principalmente para as mulheres, que vão adorar a decoração em estilo parisiense. O andar de cima não tem, nem de longe, o mesmo charme. E para quem se interessa por aulas de culinária, a casa promete cursos em breve.

Condimento: Rua Itapura, 1525 – Tatuapé – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3554-1525. Horário: de segunda a sexta das 10hs às 19hs e aos sábados das 9hs às 19hs.



Almoço farto no Restaurante e Pizzaria Raízes

O forte calor e o sol intenso marcaram o final das férias de verão. Clima oportuno para passar uns dias em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, cidade repleta de lindas praias cercadas por montanhas e vegetação.

Todos os dias, no horário do almoço, o calor beirava o insuportável. Por isso, nossa costumeira disposição para explorar ao máximo as opções gastronômicas ficou nos esperando na areia da praia, embaixo do guarda-sol, tomando água de coco!
Mas, para nossa sorte, logo que saímos à procura de um lugar para almoçar encontramos o Restaurante e Pizzaria Raízes. O espaço mais parece um quiosque gigante: é arejado e bastante agradável. No menu, grande variedade de peixes e frutos do mar, mas também carnes, aves, massas e pizzas.

Como nós já saímos de São Paulo certos de que peixes e frutos do mar fariam parte do cardápio em todos os dias da viagem, optamos pelo Camarão Tenório – camarões graúdos empanados e recheados com catupiry, servidos com batata sautê e arroz com abobrinha e champignon (R$ 84 para duas pessoas).

Achamos o arroz um pouco oleoso, mas o restante estava espetacular. Os dez camarões eram bem grandes e vieram com muito recheio.
Como mostra a foto, é sem dúvida um prato muito caprichado que serve com tranqüilidade umas três pessoas. E olha que nesse momento já havíamos comido uma boa parte.

Em outra visita foi a vez de experimentar a Pescada Praieira, um delicioso filé de pescada enrolado na banana e empanado. Ainda vinha coberto de camarão refogado e acompanhado de purê de batatas e arroz (R$ 45 para duas pessoas).

Não menos farto, é sem dúvida um dos peixes mais diferentes que já comemos. Não sobrou nada, a não ser a óbvia constatação de que comemos demais!

Sugestão do chef: para amenizar a culpa pelo excesso de fritura, substituímos as bebidas alcoólicas pelo suco de uva integral Casa de Madeira (R$ 4,50 o copo).


Raízes Restaurante e Pizzaria: Av. Leovigildo Dias Vieira, 1.280 – Itaguá – Ubatuba – SP. Tel.: (12) 3832-3377



Almoço de despedida

O último dia da viagem foi dedicado às compras. Entramos em algumas lojas de malhas e de artesanatos. Depois, passamos por empórios e, claro, por várias lojas de chocolates artesanais.
O Matterhorn, um dos empórios que visitamos, chamou a nossa atenção por também funcionar como restaurante no andar superior e servir menu especial para o almoço.

Pelo preço fixo de R$ 35 por pessoa estavam inclusos salada, prato principal e sobremesa.
Gostamos do cardápio e decidimos que antes de pegar a estrada e voltar para São Paulo, faríamos ali a nossa última refeição na cidade.
O local é um pouco escuro devido às paredes de madeira, mas perto da janela conseguimos uma mesa clara e com vista para a praça.

Logo fomos servidos de salada verde com queijo brie e molho do bosque. Era bem simples e veio com pouquíssimo queijo. Mas o molho de frutas vermelhas estava caprichado e deu um toque especial.

Como prato principal, truta ao limoni. O filé do peixe estava muito bom, grelhado no ponto certo. O molho de limão, que o acompanhava, sem dúvida fez toda a diferença por ser suave, pouco ácido e bastante aromático.

A bem-servida banana flambada com sorvete de creme finalizou nosso almoço.

E assim nos despedimos da charmosa e romântica Campos de Jordão, onde passamos dias muito agradáveis.

Sugestão do chef: no jantar, racletes e fondues são os principais destaques do cardápio. O interior do restaurante tem pouca luz e bastante madeira, o que ajuda a criar um ambiente apropriado para o friozinho da serra.

Matterhorn Restaurante, Empório e Tabacaria:
Praça do Capivari – Rua Djalma Forjaz, 93, loja 20 – Vila Capivari – Campos do Jordão – SP. Tel.: (12) 3663-1841.



Café Paulista: tradicional desde 1911

Ainda no Centro Histórico de Santos, encontramos um lugar bem bacana para almoçar: o quase centenário Café Paulista, com seus belos painéis em azulejos pintados à mão.

Influenciados pelo fato de estarmos numa cidade litorânea, já chegamos ao restaurante com a idéia de comer peixe, e não demorou muito para escolhermos a Garoupa Guanabara (R$ 50), grelhada com molho de camarão e servida com risoto de palmito (na verdade um arroz com molho de tomate e palmito). Muito boa e bem temperada.

Nos informaram que a Garoupa Guanabara servia apenas duas pessoas. Como éramos quatro, pedimos o reforço do Peixe à Moda da Casa (R$ 50). Feito no forno, chega acompanhado de frutos do mar e batata cozida. Parece uma caldeirada e também é bastante saboroso e bem-servido É feito originalmente com cambucu, mas optamos por trocar pela garoupa.

Se o cafézinho e o pastel que antecederam nosso almoço haviam deixado a desejar, o Café Paulista soube redimir a gastronomia santista.

Sugestão do chef: Pense muito bem antes de aceitar o couvert. Para nós não valeu a pena pagar R$ 5,50 por pessoa para comer rabanete, azeitonas e torrada com manteiga e orégano.

Café Paulista: Praça Rui Barbosa, 08 – Centro – Santos – SP – Tel.: (13) 3219-5550



Bar do Arante

Nossos amigos Tony e Cecília estiveram recentemente em Florianópolis e voltaram com a bagagem cheia de belíssimas fotos e roteiros caprichados para os leitores do De viaje a Brasil. A parte boa é que com isso os leitores do Brincando de Chef também sairão ganhando. O Tony gentilmente disponibilizou para nós o post que escreveu sobre o tradicional Bar do Arante, localizado na praia de Pântano do Sul. Obrigado, amigos!

A história do estabelecimento pode ser encontrada no cardápio do local e em todos guias turísticos de Florianópolis. Seu Arante e sua mulher abriram em 1958 um armazém para os pescadores do povoado. Na década de 60 o armazém mudou para o endereço atual, na beira da praia.
Como chegavam muitos viajantes nessa região, dona Osmarina Maria Monteiro, mulher do seu Arante, começou a preparar e a vender peixe frito. E então o armazém se transformou em restaurante.

Na década de 70, a praia de Pântano do Sul virou moda entre os mochileiros de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Para avisar aos seus amigos que estavam acampados pela região, eles deixavam bilhetes no bar do seu Arante. Estes bilhetes estão espalhados por cada milímetro das paredes do bar (que não é pequeno), o que tornou o Bar do Arante famoso em todo o Brasil. Ao todo já foram deixados mais de 70.000 bilhetes e até um livro foi escrito sobre o assunto.

Ao entrar no bar, é difícil não ficar maravilhado com tantos recados. Encontrar um espaço para deixar um novo bilhete é uma verdadeira proeza. Para quem quiser tentar, basta pedir papel e caneta aos garçons.

Mesmo quem vai ao bar apenas para tomar uma cerveja, certamente passa momentos bem divertidos lendo as anotações enquanto admira a linda vista da baía de Pântano do Sul.
Desde seu início, o bar sempre serviu uma dose de cachaça como cortesia, e foi com ela que iniciamos bem dispostos a nossa refeição. O espírito bem-humorado do lugar também aparece na frase destacada no menu: “nós cobramos a comida e você paga a bebida!”.
Como tínhamos acabado de chegar a Florianópolis, quisemos experimentar nossa primeira seqüência de camarão, mas existem muitas outras opções no cardápio do restaurante, como ostras e porções de frutos do mar. Tem também um almoço completo para duas pessoas que inclui, entre outros, linguado, anchova, bacalhau e garoupa e sai por R$ 38. Os refrigerantes custam R$ 2 e as cervejas, em torno de R$ 3. A seqüência de camarão do bar do Arante é mais cara do que as servidas na região da Lagoa da Conceicão, mas também é muito mais completa. A comida é tão abundante que chega a ser um exagero. É impossível comer tudo o que vai aparecendo na mesa.
Para começar, camarões preparados de três formas (no vapor, à milanesa e alho e óleo), casquinha de siri e iscas de peixe.

Depois, duas lindas ostras gratinadas.

Um super prato interminável de mexilhões.

E quando já não cabia mais nada no estômago chegou o prato principal, formado por dois grandes filés de peixe cobertos com molho de camarão e acompanhados de pirão, arroz, batata frita e salada.

A seqüência custa R$ 72 para duas pessoas. Não voltaremos a repeti-la. É uma quantidade exagerada de comida e desperdiçar alimentos é algo que nos desagrada profundamente. Mas existem versões para três pessoas (R$ 86) e para quatro pessoas (R$ 96), que acredito vir com uma distribuição mais racional da comida.
De tudo que passou pela mesa, a nota mais alta vai para o peixe: delicioso. Os camarões desapontaram um pouco.
Independentemente do que se vai comer ou beber, seu Arante é uma figura. Não se surpreenda ao vê-lo passeando pelo lugar desfrutando de sua condição de celebridade, simpático com todo mundo e especialmente afetuoso com as mulheres que chegam para tirar fotos com ele.

Bar do Arante: Praia do Pântano do Sul – Pântano do Sul – Florianópolis – SC – Tel.: (48) 3237-7022