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Não é de hoje que a Vila Romana – um dos bairros mais agradáveis da zona oeste paulistana – revela bons lugares para comer e beber. Um deles é o Flores na Varanda, uma simpática floricultura que conta com um café em funcionamento nos fundos da casa.

A cada dia da semana uma prato diferente é servido no almoço, em geral opções triviais como feijoada e estrogonofe. No cardápio fixo aparecem algumas massas, saladas, tortas, quiches e empanadas, mas é preciso confirmar com o garçom pois nem tudo está disponível todos os dias.
Por R$ 19 para cada, combinamos quiche com meia salada. Em um dos pratos, quiche de abobrinha com folhas verdes, palmito, fatias de maçã e tomate-cereja. No outro, quiche de queijo acompanhada de rúcula, repolho roxo, queijo brie, alface roxa, damasco e presunto Parma. Todos os ingredientes da salada estavam bem frescos. Também gostamos da quiche, o único problema é que o salgado é bem pequeno e foi insuficiente para matar nossa fome.
O jeito foi complementar com duas empanadas (R$ 6,50 cada), uma de queijo com cebola e outra de espinafre com ricota. Ambas estavam ótimas, com uma massa digna de comparação com as melhores versões do salgado que provamos fora da Argentina.

Definir a sobremesa não foi algo muito fácil, considerando a ampla variedade de tortas e bolos (de maçã, milho, nozes, etc). Decidimos pela Torta de Nutella (R$ 8,50) sabendo que esse tipo de doce é uma escolha sempre garantida, ou será que dá pra estragar algo com Nutella? Duvidamos! Mas dessa vez a impressão foi ainda mais positiva, já que a textura lembra a de uma torta mousse, só que um pouco mais consistente, se é que dá pra explicar. Simplesmente deliciosa!

Depois foi só finalizar com um espresso Suplicy – muito bem tirado, por sinal –, pagar a conta e passar alguns minutos entre os vasinhos de plantas antes de voltar pra casa.
Sugestão do chef: aos sábados e domingos, das 9h às 12h30, é servido o buffet de café da manhã (R$ 19 por pessoa). No último sábado de cada mês há uma apresentação de jazz à noite. Os lugares são poucos e os ingressos custam R$ 35.
Flores na Varanda: Rua Camilo, 455 – Vila Romana – São Paulo – SP. Tels.: (11) 3675-8446/8645. Horário de funcionamento: terças e quartas das 9hs às 19hs, quintas e sextas das 9hs às 21hs, sábado das 9hs às 23hs e domingos das 9hs às 19hs.
Passamos 5 dias em Montevidéu no mês de outubro e, de um modo geral, foi decepcionante. Entre outras razões, porque deveríamos seguir as recomendações de dedicar apenas dois ou três dias à capital uruguaia, já que sobra pouco para fazer por lá depois disso. Percebemos isso logo de cara, quando saímos para conhecer a região central, onde concentra-se boa parte dos pontos turísticos.
Com um calçado confortável e disposição para caminhar, é possível conhecer a pé toda essa parte da cidade. A Plaza Independência é a principal. Na esquina dela com a avenida 18 de Julio, a mais importante via comercial de Montevidéu, está o Palácio Salvo, um prédio altão projetado pelo arquiteto italiano Mario Palanti, o mesmo que assina o parecido (porém mais conservado) Edifício Barolo, em Buenos Aires. A construção chama a atenção pela altura – são 95 metros –, mas não pela beleza. Carece de uns bons retoques e várias de suas unidades estão à venda.
Na mesma região estão o Palácio Estevez, um casarão já utilizado como sede do governo uruguaio, e uma construção moderna que é o atual edifício presidencial. No centro da praça, há uma grande estátua do herói nacional, aquele que expulsou os espanhóis em 1811, o general José Artigas em seu cavalo.

Atrás da escultura, a Puerta de la Ciudadela relembra a época em que Montevidéu era cercada por uma muralha. Com restauração concluída em 2009, o portal marca o começo da região conhecida como Ciudad Vieja. Olhando para a esquerda, o visitante verá o Teatro Solís, principal palco das artes cênicas uruguaias, que visitaríamos mais tarde.
Essa caminhada de reconhecimento da área central de Montevidéu foi desapontadora. Sem exageros, não nos encantamos por absolutamente nenhuma das construções históricas. Vimos um centro muito parecido com o da nossa cidade, São Paulo, o que lamentamos dizer que não é exatamente um elogio. Percebemos por lá os mesmos problemas sociais e urbanísticos, mas sem a visão reconfortante de preciosidades arquitetônicas como o Copan, o Municipal, o Martinelli, o viaduto Santa Ifigênia…
É isso, achamos o centro de Montevidéu feio e não tão seguro como prevíamos. No percurso a partir do hotel, no Barrio Sur – poucas quadras distante – fomos abordados duas vezes por gente pedindo dinheiro com cara de poucos amigos, vimos muitos moradores de rua e não nos sentimos tão à vontade para usar a câmera – a Débora fez várias fotos sob olhar fixo de gente mal encarada, sobretudo nas partes menos movimentadas. Turistas eram poucos e concentravam-se nos pontos mais óbvios, os mesmos onde havia presença policial – com exceção do domingo, dia em que vimos bem mais polícia na rua.
Mas não desistimos, e já na Ciudad Vieja seguimos pelo calçadão da rua Sarandi, cheio de lojas e com alguns cafés, museus e sorveterias. Nosso destino, claro, era o Mercado del Puerto, a antiga estação de trem trasformada em centro gastronômico, cuja grande atração é o churrasco uruguaio, preparado com lenha na parrilla.
Nesse programa turístico, não houve decepção! Escolhemos comer no famoso El Palenque, sem desanimar com a lotação total do espaço reservado às mesas em plena quinta-feira. Ficamos no balcão mesmo e lá experimentamos uma das melhores refeições da viagem.

A Débora adorou seu Petit Lomo (400 pesos, cerca de R$ 40) e eu comi uma picanha sensacional, servida exatamente no ponto pedido e com quantidade perfeita de sal (440 pesos ou R$ 44). Tudo acompanhado de Papas Fritas e de uma Papa a la Parrilla com Roquefort pedida à parte (120 pesos/R$ 12). Era tanta comida que nem precisaríamos ter pedido de entrada um provolone com jamón e azeitonas, bom só que muito salgado (180 pesos/R$ 18).

Finalizado o almoço, paramos em outro clássico, o Roldós. Para tomar medio y medio, é claro! Dizem que a mistura de vinho com espumante deixa muita gente bêbada rapidinho, mas com o estômago cheio não sentimos esse efeito. A versão tradicional (60 pesos/R$ 6) leva vinho branco, tem gosto de Sidra Cereser e é feita, nitidamente, com vinho ruim. Mesmo assim, é melhor do que as versões com vinho rosé e tinto, ambas criadas mais recentemente.

Quando pegávamos o caminho de volta, um garotinho chegou pedindo dinheiro. Conversamos um pouco e ele disse pra gente que era obrigado a conseguir o equivalente a 20 reais por dia com os turistas brasileiros. Triste demais.
Nesse clima chegamos ao Teatro Solís pontualmente às 16 horas, quando começa uma das visitas guiadas. Para ouvir as explicações em português, o preço é de 40 pesos uruguaios por pessoa (cerca de 4 reais). Com a guia falando espanhol, sai pela metade do preço. A visita dura uns 40 minutos e o destaque, claro, é a sala principal, que não é enorme mas é bem bonita. Nada além dela nos impressionou, e olha que estava rolando uma exposição de fotos e outra de roupas cênicas, mas ambas bem fracas.

No final, paramos no café do teatro para comer uma ótima Torta Rogel acompanhada de um espresso (tudo por 180 pesos/R$ 18). Esse café da tarde nos deu energia para uma caminhada mais longa, até o Palácio Legislativo.

Situada na avenida Libertador, a sede do congresso uruguaio é o prédio mais bonito entre as construções históricas vistas nesse dia, mas fica já fora da região central e isolada das outras atrações turísticas.

El Palenque: Perez Castellano, 1579, dentro do Mercado del Puerto – Montevidéu – Uruguai. Tel.: +598 29170190
Teatro Solís: Reconquista esquina com Bartolomé Mitre – Montevidéu – Uruguai. Visitas guiadas: terças e quintas às 16 horas; quartas, sextas e domingos às 11hs, 12hs e 16hs e sábados às 11hs, 12hs, 13hs e 16hs. Às quartas há visitas grátis em espanhol.
A Confeitaria Colombo é um daqueles lugares que encantam mais pela sua história e beleza da construção no estilo Art Nouveau do que pelos produtos que oferece. É mais ponto turístico do que café/confeitaria. Pelo menos foi essa nossa impressão ao visitarmos o histórico endereço no centro do Rio de Janeiro.
Cristaleiras, enormes espelhos, mesas e balcões de mármore compõem uma ambientação que transmite uma certa sensação de “túnel do tempo”.
Em seus 117 anos, a Colombo acumulou entre os frequentadores uma verdadeira seleção de personagens históricos da nossa cultura e política, entre os quais o escritor Machado de Assis, o poeta e jornalista Olavo Bilac e o ex-presidente Getúlio Vargas, só para citar alguns nomes.

Em nossa visita, demos uma boa volta pelo imponente salão, reparamos nos detalhes e tiramos muitas fotos. Talvez seja realmente isso o melhor a fazer na Colombo, porque a comida deixa muito a desejar. Recusamos o almoço no andar de cima por considerar o preço muito alto. Petiscamos, então, Empada de camarão (R$ 5), Quiche de ricota com espinafre (R$ 7,80) e Bolinho de aipim com carne (R$ 4,20). Nada de mais, comemos salgados muito melhores em lugares simplezinhos por aí.
Estava com mais fome do que a Débora e por isso pedi também Omelete com salada e, ao provar, percebi que da cozinha de casa já saíram produções mais caprichadas…
Ainda provamos tartelete de frutas frescas (R$ 5,50) que, assim como a Colombo, atrai pelo visual, mas não pelo sabor.
Sugestão do chef: Caso, ao visitar a Colombo, você sair desapontado com a sobremesa (como a gente), reforce a dose de glicose com o delicioso Apfelstrudel do Deli 43 – Pavelka, um café simpático localizado bem em frente.

Confeitaria Colombo: Rua Gonçalves Dias, 32 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – Tel.: (21) 2505-1500. Filial no Forte de Copacabana.
Deli 43: Rua Gonçalves Dias, 43 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – Tel.: (21) 2222-1163. Tem filial no Leblon.
A segunda manhã no Rio de Janeiro começou na Estação do Cosme Velho, ponto de partida do Trem do Corcovado, cujo destino é o topo do morro onde fica o monumento do Cristo Redentor.

Chegamos à bilheteria por volta das 9:30hs, porém o próximo ingresso disponível era para embarque apenas às 11:30. Aproveitamos o intervalo e caminhamos alguns quarteirões para visitar os casarões em estilo neocolonial do pitoresco Largo do Boticário.
Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.

De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!
No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.

Nossa programação para o almoço era explorar o boêmio bairro de Santa Teresa e encontrar um lugar bacana por lá. Pena que pelo fato do passeio no Cristo ter atrasado muito, não sobrou tempo para andar com calma, pois participaríamos de um evento no final da tarde.

Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.
O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.
Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.

Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).

Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.
Trem do Corcovado: Rua Cosme Velho, 513 – Cosme Velho – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2558-1329. Horário de funcionamento: Segunda a Domingo, das 8:30h às 19:00h, saídas a cada meia hora. Ingressos: R$ 43 para adulto e R$ 21 para crianças entre 6 e 12 anos. É possível comprar o ingresso pela internet.
Restaurante Santa Arte: Rua Paschoal Carlos Magno, 103 – B – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2242-9366
Cafecito: Rua Paschoal Carlos Magno, 121 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2221-9439. Horario de funcionamento: Domingo a quinta: 10h às 20h. Sextas e Sábados: 10h às 23h. Fecha quarta-feira
Em fevereiro participamos de um evento no Rio e aproveitamos para ficar dois dias e meio na cidade maravilhosa. Apesar da curta estada conseguimos visitar alguns dos principais cartões postais da cidade, mas não sobrou tempo de ir à praia e, nem sequer, dar uma voltinha no calçadão de Copacabana.
Nosso vôo chegou bem cedo e o sol já brilhava com toda força. Fomos recebidos por um amigo e, graças a ele, fizemos um breve tour pela zona sul. Começamos o passeio pela Urca (nosso bairro preferido) visitando a Pista Cláudio Coutinho.
Entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, a pista tem 2,5 km de extensão e é um excelente local para a prática de corrida e caminhada por ser um lugar arborizado, calmo, e com uma vista linda.

De lá nos dirigimos para o bairro de Humaitá, onde nos hospedamos. No caminho, passamos pela Marina da Glória e o Hotel Copacabana Palace.

A poucos quarteirões da pousada fica a Lagoa Rodrigo de Freitas. Mesmo com o sol forte, contornamos quase toda a sua extensão antes de tomar o ônibus com destino à nossa próxima parada.

Queríamos muito conhecer o Jardim Botâncio, um dos mais belos parques do Brasil. Logo na entrada nos encantamos com as palmeiras imperiais. Andamos por todo o parque (que não é pequeno) e a cada novo ambiente natural ficávamos ainda mais impressionados. O jardim japonês, as alamedas, o orquidário, o lago Frei Leandro, o jardim dos sentidos e todos os demais espaços são incríveis.

E a a variedade das plantas da flora brasileira é notória. Se tivéssemos mais tempo, certamente dedicaríamos um dia inteirinho para passear com bastante calma por lá.

Famintos e sedentos, fizemos uma pausa no Café Botânica, lanchonete instalada no interior do Jardim Botânico. Na casa da frente funciona uma loja que vende souvenirs.
Apesar de o espaço não ser dos maiores, é bastante agradável. Já o atendimento deixa muito a desejar, principalmente para os estrangeiros. Vimos um grupo deles com grande dificuldade para fazer o pedido. E isso não aconteceu apenas pelo fato de as atendentes não se expressarem em outro idioma. A falta de interesse da equipe de funcionários em compreendê-los estava nítida. Uma pena.
Para compensar os deslizes, a comida era muito boa e mesmo se tratando de um lanche, superou as nossas expectativas. Provamos Quiche de Queijo e Legumes com Salada (R$ 16), Crumble de Amora (R$ 9) e Torta de Maçã com Sorvete de Creme (R$ 12), esta última umas das mais gostosas dos últimos tempos!

Mesmo muito cansados devido ao forte calor, aproveitamos a oportunidade para conhecer o seu vizinho famoso: o Parque Lage.
Com arquitetura e ambientação inspiradas na Europa, o lugar respira arte. Foi cenário do filme Terra em Transe (Glauber Rocha) e hoje abriga a Escola de Artes Visuais, além de um café prá lá de simpático. Uma curiosidade é que parte do terreno já chegou a ser comprada por Roberto Marinho para ser sede da Rede Globo. Felizmente, na época o governo do Rio de Janeiro desfez o negócio e transformou o espaço em um parque público.
Aos pés do Corcovado, é impossível não admirar a beleza da vegetação ao redor do Parque Lage, suas ruínas, a gruta e as dezenas de famílias de micos que vivem ali.

Nosso primeiro dia no Rio de Janeiro foi corrido, porém bastante produtivo. Ao final dos passeios, voltamos para a pousada pois logo mais teríamos um jantar especial ao lado de amigos queridos. Uma pena que esquecemos a câmera (lê-se: a Débora esqueceu a câmera) e infelizmente não vamos poder relatar os saborosos pratos que experimentamos no ótimo restaurante Quadrucci, no Leblon.
Pista Claudio Coutinho: Praia Vermelha – Urca – Rio de Janeiro – RJ – Tel.: (21) 2271-7000 (Riotur). Horário de funcionamento: Diariamente das 6h às 18h.
Jardim Botânico: Rua Jardim Botânico, 1.080 – Humaitá – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 3874-1808 / (21) 3874-1214. Horário de funcionamento: Diariamente das 8h às 17h. Ingresso R$ 6.
Parque Lage: Rua Jardim Botânico, 414 – Humaitá – Rio de Janeiro – RJ – Tel: (21) 2538-1879. Horário de funcionamento: Diariamente das 7h às 18h.
Passeando pela Vila Madalena numa tarde de sábado, visitamos o Quintal dos Orgânicos.
Achamos o espaço muito interessante pelo fato de mesclar um simpático café com um ótimo mini mercado. Os itens vendidos na loja vão além dos hortifrútis e produtos gastronômicos isentos de agrotóxicos, passando por artigos para limpeza, higiene, beleza e até roupas produzidas com tecido de fibras orgânicas.

Já era quase final de tarde e decidimos fazer uma pausa para o lanche. Pedimos sanduíche integral de queijo branco com salada, torta de palmito e suco de carambola com goiaba. Tudo saboroso e muito fresco.

Gostamos de conhecer o Endul, xarope 100% orgânico que substitui o açúcar. Ele é extraído de um cactus mexicano chamado Agave Azul, adoça duas vezes mais que o açúcar e tem a vantagem de possuir baixo índice glicêmico, além de sabor neutro.

Terminamos nosso lanche provando bolos caseiros de chocolate com geléia orgânica de framboesa e de cenoura com chocolate e creme de banana. Ambos estavam tão gostosos que acabamos repetindo!

Essa parada no Quintal dos Orgânicos foi tão relaxante que esquecemos de anotar os preços. E nem deu para fotografar a conta, já que o estabelecimento usa cartão de consumo para evitar o gasto desnecessário de papel.
Sugestão do chef: o buffet de almoço orgânico é servido das 12h às 15h e custa R$ 38 de segunda à sexta-feira e R$ 48 aos sábados, domingos e feriados. Quem prefere aproveitar o final de semana para um café da manhã caprichado, pode aproveitar o buffet das 9h às 12h30, por R$ 38.
Quintal dos Orgânicos: Rua Fradique Coutinho, 1416 – Vila Madalena – São Paulo – SP – Tel: (11) 2386-1881. Funciona diariamente das 9h às 19h.
O Tatuapé vê surgir endereços gastronômicos o tempo todo. Mas poucos valem tanto uma visita quanto o Condimento, um misto de bistrô, doceria e café, inaugurado há uns três meses no bairro. Você pode ir até lá almoçar, tomar um chá, ou então comer ótimos doces americanos. Nós fizemos as três coisas!
Para matar a fome, há todos os dias dois ou três pratos executivos. Fomos no sábado e eu escolhi Risoto Milanês com Filé e manteiga de ervas (R$ 28,60). Recomendo, pois o risoto é muito bem feito e a carne, além de servida no ponto certo, veio perfeitamente temperada.
A Débora escolheu Camarão Creole com Capellini na manteiga (R$ 29,80). Bem saboroso, sobretudo para quem gosta de um molho mais picante e com o sabor do pimentão vermelho realçado. Lembra um pouco uma sardela, só que mais leve e, claro, sem aliche. Vale provar.
Além de fartos, todos os pratos são precedidos por uma saladinha acompanhada de deliciosos pães caseiros e manteiga Aviação. Restaurantes com esse cuidado costumam ganhar bons pontos em nossas avaliações!
A lista de bebidas inclui os sucos da marca Joy (R$ 4,50), aqueles com um conceito interessante: menos açúcar, frutas naturais… Pedi um de maçã, mas achei só razoável. Melhor mesmo estava o suco de uva verde coreano que a Débora escolheu.

Na aguardada hora da sobremesa, pedimos logo Blueberry Crumble com sorvete de creme (R$ 9). Simplesmente deliciosa da massa – cheia de manteiga – ao recheio lotado de blueberries.
Nosso lado chocólatra foi bem atendido pelo Brownie de Alpino com ganache e sorvete (R$ 8,50), um bolinho mais macio do que os brownies que costumamos encontrar, e com muito recheio. Sensacional!
Antes de fechar a refeição, passamos uns bons minutos consultando a carta de chás orgânicos da Gourmet Tea. Até escolher duas opções da linha inspirada na Ayurveda, a medicina milenar indiana: o Detox e o Revitalising (R$ 5 cada). São deliciosos e nos fizeram muito bem, assim como todo aquele almoço.

Sugestão do chef: as mesas do térreo são as mais concorridas, mas vale esperar pois o ambiente é o mais agradável, principalmente para as mulheres, que vão adorar a decoração em estilo parisiense. O andar de cima não tem, nem de longe, o mesmo charme. E para quem se interessa por aulas de culinária, a casa promete cursos em breve.
Condimento: Rua Itapura, 1525 – Tatuapé – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3554-1525. Horário: de segunda a sexta das 10hs às 19hs e aos sábados das 9hs às 19hs.
Finalmente provamos os bombons da Vila Chocolat, feitos com matéria-prima belga, a maioria a partir de um blend de chocolate amargo e ao leite, segundo nos informou uma funcionária. Trouxemos pra casa uma caixa com 9 unidades, vendida por R$ 34. Quer saber o que achamos? Adoramos alguns e não percebemos nada de especial em outros. Melhor explicar isso, né?

Então vamos lá! A versão com chocolate amargo (70% cacau), sem nenhum recheio, é bem boa. Isso atesta a qualidade do produto utilizado.
Já entre os recheados, a aprovação não foi unânime. Pra começar pela parte boa, vale dizer que o bombom de champagne é simplesmente delicioso, nos arrependemos de não ter pedido mais. Assim como o de cereja amarena, fruta com um gostinho ácido que combina bem com o sabor doce do chocolate. Muito bom também o bombom de frutas vermelhas e o de marshmallow, ambos recheados com fartura.
As decepções foram três: cupuaçu, damasco e, principalmente, o de vinho do Porto. Em todos, o problema foi a ausência de recheios com sabor marcante, esperávamos mais.
A caixa continha também uma bombom de chocolate branco com cookies. Esse nós achamos razoável, nada além disso.
Sugestão do chef: a Vila já comercializa uma série de itens para o Dia dos Namorados, a exemplo de caixas com Chandon baby, taças e chocolatinhos em formato de rolha. Tem também um vasinho comestível (feito de chocolate, lógico) e repleto de bombons, além de uma caixa com duas faces que somam 1 metro de chocolate!
Vila Chocolat: Rua Cunha Gago, 836– Pinheiros – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3863-2209 e Shopping Iguatemi Alphaville – Piso Xingu – Barueri – SP – Tel.: (11) 4209-1559
Dizem que a cidade de São Paulo vive em transformação. No cenário gastronômico, alguns lugares comprovam a tese (ou o clichê?). Um deles é a Vila Madalena. Pode reparar: basta ficar um tempo longe do bairro da zona oeste para notar o surgimento de novos lugares e, claro, a interrupção das atividades de outros tantos. Um moto contínuo cujo saldo nem sempre é positivo. Com olhar atento, porém, novidades bacanas aparecem. Bom exemplo é a Opakee Belgian Waffles, inaugurada há cerca de três meses. Em uma casinha simpática, um belga nascido na cidade de Antuérpia comercializa waffles típicos da sua terra natal.
A versão tradicional, coberta com açúcar, custa R$ 9,50. Nós dividimos uma opção incrementada com morango e banana, além de calda de chocolate belga e chantily, ambos servidos à parte. Sai por R$ 16,50 e é ideal para dois apetites ávidos por sobremesa – a foto mostra só metade do waffle!
O cardápio inclui mais umas três ou quatro combinações, a maioria tendo como ingrediente comum a calda belga, feita com chocolate bem amargo. Seja qual for a escolha, é provável que você saia de lá elogiando a massa, realmente muito bem-feita. Para quem dispensa o café – feito em uma simples cafeteira expressa –, algumas cervejas belgas surgem como alternativa, a exemplo de Leffe e Chimay. Mas se a ideia é bebericar algo mais “em conta”, o jeito é pedir uma Stella Artois, aquela que a Ambev produz por aqui mesmo. Em uma livre adaptação ao gosto tupiniquim, a casa serve ainda “pizzas” de waflle. A massa recebe coberturas salgadas e passa um tempo num forninho elétrico. Ficamos curiosos, mas não provamos dessa vez.
Sugestão do chef: como opção rápida, a Opakee utiliza um balcão voltado para a calçada para servir waflles pequenos, pelo valor de R$ 5. Presunto e requeijão são os sabores salgados. Se o interesse for pelos doces, escolha entre doce de leite, strudell e Nutella.
Opakee Belgian Waffles: Rua Wisard, 396 – Vila Madalena – São Paulo – SP – Tel.: (11) 2539-7944
É cada vez mais raro comprarmos chocolates produzidos em escala industrial no Brasil. O exagero no açúcar, a baixa quantidade de cacau e a vertiginosa queda na qualidade de marcas tradicionais como a Nestlé (o que fizeram com o Alpino?!) nos obrigam a procurar alternativas. Como os bons produtos custam muito mais, acabamos por diminuir o consumo, o que não é exatamente um problema.
Dia desses, andávamos pelo shopping Pátio Higienópolis e paramos para conhecer a bonita loja da Cau Chocolates. O menu degustação com seis bombons custa R$ 16 e inclui duas unidades da linha especial, composta por itens como marzipã e chocolates feitos com cacau de diferentes origens.
Saímos de lá com um exótico bombom de gianduia e cardamomo, outro recheado por um creme de framboesa na consistência certa, além de uma unidade de chocolate com fartura de doce de leite no recheio.
Do lado “especial” da vitrine, vieram marzipã coberto com fina camada de chocolate meio amargo e um bombom no formato de cacau com 66% de concentração do fruto oriundo de Madagascar.
Nosso pacote continha também um chocolate recheado de caipirinha e decorado com as cores verde e amarela. Achamos que viria com aquele gosto de álcool, presente em muitos bombons com recheios desse tipo, mas a boa surpresa foi identificar, realmente, o sabor do drinque brasileiro.
Quando o pratinho dos doces esvaziou, nos perguntamos como demoramos tanto para conhecer a Cau Chocolates. As produções da marca são extremamente saborosas e superam, de longe, muitos concorrentes mais badalados pela mídia.
Sugestão do chef: por apenas R$ 10 é possível levar pra casa o menu degustação com quatro variedades de chocolate. O preço unitário é um pouco mais baixo do que a opção com seis, mas é porque a versão menor dá direito a apenas um bombom da linha especial, cujo preço individual é R$ 4.
Cau Chocolates: Shopping Pátio Higienópolis, loja 322 – Piso Higienópolis – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3823-2972 e Rua Peixoto Gomide, 1.740 – Jardim Paulista – (11) 3081-9820
Uma das principais fabricantes de chocolate da Bélgica, com 1.400 pontos de vendas em todo o mundo, desembarcou no Brasil em agosto. A Leônidas – Fresh Belgian Chocolates conta com uma loja no bairro paulistano dos Jardins, além de quiosques nos shoppings Eldorado e ABC (em Santo André). O próximo passo será expandir a atuação das lojas exclusivas por meio de franquias. Já estão previstas unidades nos shoppings Paulista e Pátio Higienópolis, em São Paulo, e RioSul, no Rio de Janeiro.
Na semana passada aceitamos o convite para uma degustação e fomos conhecer alguns dos mais de 40 bombons vendidos por aqui – em breve serão mais de 80 variedades. De excelente qualidade, todos os chocolates são produzidos na Bélgica e importados diretamente para cá. Mesmo assim os preços – apesar de não serem baratos – são inferiores aos cobrados pelos compatriotas de outras marcas vendidas aqui. Cada 100 gramas de bombom sai por R$ 25. A mesma quantidade de opções com marzipã custa R$ 27. Trufas e orangettes – aquelas ótimas tiras de laranja cristalizada cobertas com chocolate – ficam um pouco mais caras: R$ 36 por cada 100 gramas.

Difícil dizer qual foi a melhor das opções provadas na loja dos Jardins, que também serve um bem tirado café espresso Orfeu! A Débora elogiou muita a suavidade do bombom de chocolate branco com mousse de capuccino e avelã, carro-chefe da marca. Para mim, a maior surpresa foi o Bergamote, recheado com um creme de frutas cítricas cuja acidez faz um excelente contraste com o sabor doce do chocolate.

Além das trufas, já incluídas na lista das melhores degustadas por nós, vale provar também o marzipã e perceber que o doce não precisa ser excessivamente açucarado como a maior parte das produções brasileiras.
Bombons gelados com recheios inusitados, como mojito e piña colada, são algumas das novidades previstas que aguçaram nossa curiosidade, mas que ainda não estavam disponíveis no dia da visita.
Outra boa notícia é que a operação brasileira da Leonidas já começou a desenvolver uma linha de sorvetes a serem vendidos apenas no País e sob outra marca, ainda em definição. Entre os testes bem-sucedidos, aparecem sabores diferentes do tradicional, como manga com curry, caramelo com flor de sal, maracujá com chocolate branco e até caipirinha (limão com cachaça). Cerca de 17 sabores devem estar à disposição do público já em janeiro.
Sugestão do chef: Como opção de presente, a Leonidas disponibiliza belas caixas para embalar os chocolates. Alguns modelos reproduzem casas típicas da Bélgica.
Leonidas: Alameda Itu, 513 – Jardim Paulistano – São Paulo – SP – Tel.: (11) 4305-2453 – horário de funcionamento: segunda a sexta das 10 horas às 19 horas e aos sábados das 10 às 16 horas.
*Post patrocinado pela Vivo
Para mais dicas imperdíveis como essa, acesse o Blog Vivo On.

Quem mora na capital paulista e costuma acompanhar blogs, guias ou revistas especializadas em gastronomia já deve ter notado que não é muito fácil encontrar boas opções de cafés, docerias e restaurantes fora das zonas sul e oeste da cidade.
A dica imperdível dessa semana vai para os moradores da populosa zona leste de São Paulo. Acaba de inaugurar no Tatuapé um misto de chocolateria e cafeteria super bacana: a
Jour cafe et chocolat.
O local é pequeno mas muito charmoso. Com certeza o espaço é bem agradável para tomar café gourmet, provar um dos chocolates finos feitos por lá e almoçar alguma das massas servidas durante a semana e também aos sábados.

Nos finais de semana a dica é experimentar o mini brunch que funciona até às 13h. Pães, frios, quiche, geleias, pão de queijo, ovos mexidos, salsicha no molho, frutas, sucos, iogurte e cupcakes fazem parte do buffet. Também está inclusa uma generosa xícara de café espresso, chocolate quente ou capuccino. Você pode se servir à vontade e vale a ressalva de que os cupcakes são realmente imperdíveis! E tudo isso por apenas R$ 12,90.


Nada de resistr à tentação. Leve para casa um marmitex especial, recheado de brigadeiros com sabores diversos, trufas e pães de mel. Essa também é uma mega dica para quem deseja presentear alguém, pois, além dos docinhos serem ótimos, o preço é justo e você não vai fazer nenhum estrago na sua conta bancária.

Aproveite feriados e finais de semana e não perca a oportunidade de começar seu dia de uma forma diferente e muito agradável, tomando um café da manhã cheio de gostosuras.
A Jour cafe et chocolat fica na rua Itapura, 1446, na parte mais agitada do Tatuapé.
A Feira de Artes e Artesanato do Largo da Ordem acontece todos os domingos das 9h às 14h, nas ruas do centro histório de Curitiba. Passeio que atrai uma multidão, especialmente turistas.

A feira é enorme, e como nosso dia seria cheio de atividades, só conseguimos visitar algumas barracas.De lá fomos para a Rua das Flores, que fica no centro da cidade. A principal atração da região é o Palácio Avenida, um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Ele é muito conhecido em todo o Brasil por sediar o espetáculo natalino em que um coral de crianças canta nas janelas.
A próxima parada aconteceu no belíssimo Jardim Botânico, local em que se destaca a linda arquitetura metálica do abrigo para a estufa de plantas.

De cima da estufa é possível observar o desenho do bem cuidado jardim geométrico.
Passeando pelo jardim, logo percebe-se que a grande quantidade de flores atrai borboletas das mais variadas cores. Impossível não dedicar um tempo do passeio para observá-las.
Já passava um pouco das 13 horas e achamos que uma boa pedida seria optar pelo almoço colonial, refeição bem tradicional em Curitiba. E então, nos dirigimos para a confeitaria Coeur Douce.
R$ 33 por pessoa é o valor do almoço com direito a consumir todos os itens do completo buffet, inclusive sucos e chocolate gelado.

Começamos pela salada e logo colocaram em nossa mesa excelentes salgadinhos.
Depois nos servimos de strogonoff de camarão com palmito, filé mignon com molho de funghi, quiche de legumes e de queijo. Tudo muito gostoso e bem feito.
Pena que não podemos dizer o mesmo dos doces. Muitos dos pães estavam secos. As tortinhas tinham (todas) a mesma massa, que achamos grosseira e gordurosa. Mousses, cremes e bolos recheados eram todos à base de muito chantily. Uma verdadeira decepção.
Pelo menos o pudim de leite condensado, o quindim e a salada de frutas foram aprovados.
O último passeio do dia foi no Museu Oscar Niemeyer, conhecido como “Museu do Olho”.

O complexo é o maior do Brasil destinado a exposições de obras de arte. A beleza da construção impressiona. Conta com café, loja de souvenirs, área para convivência e jardim.

O espaço é tão agradável que ficamos por lá até a noite chegar.
Como no dia seguinte acordaríamos muito cedo, substituímos o jantar pelo Mix de Salsichas (R$ 15,50) do Bar do Alemão, acompanhado de chopp Brahma (R$ 5,90 a caneca, R$ 5,30 o copo e R$ 5,50 o copo do chopp escuro). Bom fim de noite para um ótimo dia.

Sugestão do chef: quem pretende passear por toda Feira do Largo da Ordem deve se programar para chegar logo no início. Por volta das 11h já fica difícil caminhar, tamanha a quantidade de visitante.
Feira do Lardo da Ordem: Largo da Ordem, sem número – Centro Histórico – Curitiba – Paraná. Todos os domingos das 9h às 14h.
Jardim Botânico: Rua Engenheiro. Ostoja Roguski – Jardim Botânico – Curitiba – Paraná – Tel: (41) 3264-6994. Visitas: diariamente, das 6 h às 21 h (no verão) e das 7 h às 20 h (no inverno).
Museu Oscar Niemeyer: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3350-4400.
Confeitaria Coeur Douce: Rua Atílio Bório 539, esquina com Av. Souza Naves – Cristo Rei – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3262-5611. Almoço colonial das 11:30 às 15h.
Bar do Alemão: R. Dr. Claudino dos Santos, 63 – Centro Histórico – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3223-2585.
Os dias passados em Curitiba foram planejados para que pudéssemos conhecer a maioria dos belos parques espalhados por toda a cidade. Para isso, precisamos sacrificar o almoço no primeiro dia da viagem e nos contentar com petiscos e lanches entre uma atração e outra.
Começamos o passeio pela Unilivre – Universidade Livre do Meio Ambiente.
Ficamos admirados com o tamanho do paredão rochoso, primeira visão que tivemos do espaço que abriga a universidade.
O cenário é bucólico e encantador. As aulas acontecem em cabanas construídas no meio de uma estrutura de madeira, consideravelmente alta – o topo da construção se sobrepõe à copa das árvores.

De lá nos dirigimos ao Parque Tanguá, outro cenário que impressiona logo pelo bem cuidado jardim da entrada.

Todas as construções do Tanguá têm pé direito bastante alto, o que confere uma certa imponência ao local. A altura da cachoeira também não passa despercebida.



De repente, o sol apareceu pra valer. Momento ideal para descansar um pouco e recarregar as energias, afinal, dali iríamos para a Ópera de Arame.

Projetado pelo mesmo arquiteto responsável pelo desenho da Unilivre, a Ópera de Arame é um teatro construído em estrutura tubular de ferro. Sem dúvida um dos cartões postais mais bonitos de Curitiba.

Na parte de baixo da estrutura principal funciona o Ópera Café. O cardápio é enxuto, preenchido por lanches rápidos e petiscos. Para enganar a fome, pedimos uma porção de Bolinho de Aipim com Carne Seca (R$ 11) e seguimos para o Memorial Ucraniano.

O espaço fica dentro do Parque Tingui e homenageia os imigrantes ucranianos. A réplica da Igreja de São Miguel de Arcanjo é linda. Ao lado dela, existe uma casa típica ucraniana onde funciona a loja de souvenirs.

O artesanato da Ucrânia é muito bonito, em especial as Pessankas.
Nossa próxima parada foi a Torre Panorâmica da Brasil Telecom.
Em seu topo, a 109,5 metros do chão, funciona um mirante de 360 graus que permite ver praticamente toda a cidade de Curitiba.


Estávamos quase no final do primeiro dia de passeio e encerramos o nosso roteiro com uma visita ao Bosque do Alemão.
A principal atração do Bosque é caminhar pela arborizada trilha de João e Maria, que traz trechos da história deste conto popular infantil em azulejos espalhados ao longo do caminho.

Nos hospedamos no centro da cidade e no caminho até o hotel ainda tivemos disposição para visitar o Passeio Público, primeiro parque de Curitiba, inaugurado em 1886. O espaço também foi o primeiro zoológico da cidade, e até hoje possui alguns animais.


O Parque fica no coração de Curitiba e concentra uma área verde de 70 mil metros quadrados.

Logo à frente do Passeio Público está o Memorial Árabe, mais uma das construções imponentes, com 140m de altura. Estava fechado, por isso tivemos de nos contentar em observar e fotografar a parte externa.


Sugestão do chef: Curitiba disponibiliza um ônibus turístico que passa pelos principais parques e atrações da cidade. O bilhete custa R$ 20 por pessoa e dá direito a quatro reembarques.

Linha turística: Saídas de terça a domingo partindo da Praça Tiradentes, no Centro, das 9h às 17:30h, com intervalos de 30 minutos.
Unilivre: Rua Victor Benato, 210 – Pilarzinho – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3254-5548 e 3254-7657 – Horário: diariamente das 8 às 19 horas.
Parque Tanguá: Rua Dr. Bemben, sem número – Pilarzinho – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3335-2112 – Horário: diariamente das 6h às 20h.
Ópera de Arame: Rua João Gava, sem número – Pilarzinho – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3355-6072 – Horário: terça a domingo, das 8h às 21h.
Memorial Ucraniano: Entre as ruas Fredolin Wolf e José Valle – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3335-2112 – Horário: diariamente das 8h às 18h, em Curitiba.
Torre Panorâmica: Rua Lycio G. de Castro Vellozo, 191 – Mercês – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 339-7613 – Horário: terça a domingo, das 10h às 19h.
Bosque do Alemão: Rua Niccolo Paganini, esquina com Franz Schubert – Vista Alegre (Jardim Schaffer) – Curitiba – Paraná – Tel.: (41) 3568-1087. Horário: diariamente das 6h às 20h.
Passeio Público: Entre as ruas Presidente Carlos Cavalcante, Presidente Faria e Av. João Gualberto, sem número – Centro Cívico – Curitiba – Paraná – Tel.:(41) 3222-2742. Horário: Terça a domingo das 6h às 20h.
Memorial Árabe: Rua Heitor S. de França, esquina com a Rua Barão de Antonina, na Praça Gibran Khalil Gibran – Centro Cívico – Curitiba – Paraná – Telefone: (41) 3223-6574 – Horário: de segunda a sexta das 9h às 21h. Aos sabados das 9h às 13h.
Fundada há quase duas décadas por um espanhol de Barcelona, a Casa do Churro atrai muita gente para uma parte residencial do Tatuapé.
O movimento da esquina azul e branca se justifica pela qualidade e criatividade dos produtos servidos. A começar pelo churro simples (R$ 4), sempre frito na hora e com farto recheio que, além dos tradicionais doce de leite e chocolate, pode ser de beijinho, geleia de banana, chantilly ou até catupiry. Também tem a opção com goiabada de ótima qualidade, receita provada e aprovada por nós.
Criação da casa, o Lambuzado (R$ 7) é servido no prato e, além do recheio, vem com uma cobertura e mais um complemento. Nós optamos por doce de leite no meio, chocolate por cima e farofa de castanha de caju pra finalizar. Excelente.
Para levar pra casa, o destaque são os churros em roda, tradição espanhola com nada menos do que 3 metros de massa. A versão simples, que pode ser coberta com açúcar, custa R$ 35. Com uma cobertura, o preço sobe para R$ 45. Há, ainda, combinações mais caras como a de goiabada com catupiry.
Paladares mais, digamos, ousados, podem pedir ainda churros salgados nos sabores bacalhau, frango com requeijão, mussarella e tomate seco com requeijão.
Sugestão do chef: o churro Bombom (R$ 7) costuma atrair a curiosidade por ser banhado com chocolate. No entanto, é levado à geladeira para a cobertura ganhar consistência. Como resultado, a massa fica seca. Prefira os churros fritos na hora.
Casa do Churro: Rua Rodrigues Barbosa, 232 – Tatuapé – São Paulo – SP – Tel.: (11) 2671-7180